15 de agosto de 2013

João Cezar Borowski vence o ATA Beretta Championships 2013

Octacílio Padrão Jr, João Cezar Borowski e Érico Luiz Nunes - Grand American - Tiro ao Prato - Tiro Esportivo
Algumas horas depois de receber o troféu de campeão do Evento #07 do Grand American - o ATA Sterling Cut Glass Singles, o atirador brasileiro João Cezar Aguiar Borowski voltou às pedanas do World Shooting & Recreational Complex em Sparta (EUA), desta vez para disputar o shoot-off para decisão do campeão do tão esperado Evento #18, o ATA Beretta Championships.

Borowski marcou 100/100 na manhã de quarta-feira, dia 14, e 98/100 no periodo da tarde, totalizando 198/200. Este escore credenciou o atirador brasileiro, que ficou em primeiro lugar na Classe B, ao lado de mais 3 atiradores, para disputar o título, sendo que 02 deles, por também serem veteranos competindo na Classe B, optaram, de acordo com o regulamento, por disputar o shoot-off em outra categoria. Outros 05 atiradores entraram no shoot-off para disputar a terceira colocação.


A disputa foi cercada de emoção desde o primeiro prato, pois o shoot-off da ATA é disputado em 25 pratos, sendo que os piores escores vão caindo. Ambos os atiradores fecharam o primeiro certame de 25 pratos com 25/25. No segundo certame de 25 pratos, prevaleceu a maior experiência do competidor brasileiro, marcando 24/25 contra 21/25 do adversário americano. Destaque para o time brasileiro, que não "arredou o pé" de Sparta e permaneceu na torcida até o final (23h no horário de Brasília do dia 14/08), dando um gosto ainda mais especial na conquista. No Grand American, geralmente os shoot-off são disputados à noite, devido ao grande número de desempates. É bom entender que a iluminação das pedanas de Sparta é sensacional, a sensação que se tem é que está dia.

Destaque-se também o trabalho da Liga Nacional em registrar os tiros da competição brasileira (Liga Nacional de Trap Americano) na ATA, proporcionando a possibilidade dos atiradores brasileiros serem ranqueados no Grand American nas classes condizentes com suas médias no Brasil, desde que tenham o mínimo de 1.500 tiros registrados no ano esportivo da ATA. Antes disso, os atiradores brasileiros eram penalizados, tendo que competir o Grand American na Classe AAA, por não terem o número de pratos registrados suficientes no ano esportivo da ATA.

Na foto, Borowski ao lado dos inseparáveis amigos e companheiros de longa data, Octacílio Padrão Jr. e Érico Luiz Nunes. Indiscutivelmente um dia inesquecível para o tiro ao prato não-olímpico do Brasil.

Fonte: Liga Nacional de Tiro ao Prato (com adaptações)

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