4 de abril de 2013

'Estamos atrasados', diz Rodrigo Bastos sobre a preparação do Tiro Esportivo brasileiro para 2016

Rodrigo Bastos - Fossa Olímpica - Tiro Esportivo
Nas próximas semanas, o Tiro Esportivo brasileiro passará por eleições na Confederação Brasileira pela primeira vez nos últimos oito anos. Desde então, a entidade vem sendo comandada por interventores. "Foi um erro da confederação, que passou por muitas guerras judiciais entre os candidatos. Então a justiça teve de intervir”, resumiu Rodrigo Bastos, atirador que esteve nos Jogos Olímpicos de 1988 e 2004 e segue entre os melhores do país na prova de Fossa Olímpica.


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Sobre a participação do Brasil nos Jogos de 2016, Rodrigo Bastos afirmou que a preparação não está sendo boa: "O planejamento passado pela confederação para 2013 é pífio. Se não me engano, vou participar de apenas duas etapas da Copa do Mundo. Estamos atrasados. Vai acontecer o de sempre: a gente vai se preparar seis meses, um ano antes e vão cobrar resultados. Está todo mundo se preparando desde já”.

Rodrigo também criticou o preço dos cartuchos: "Aqui no Brasil, o preço de cada cartucho é de US$ 13, enquanto nos EUA, um cartucho muito melhor, custa US$ 4. Aqui, a Companhia Brasileira de Cartuchos tem o monopólio”.

O Tiro Esportivo distribui 45 medalhas durante os Jogos Olímpicos.

Rodrigo Bastos participou do programa Brasil No Rio na Rádio Bradesco Esportes Fm ontem, dia 03/04.

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