30 de julho de 2012

Indiano campeão olímpico é eliminado antes da final, e romeno fica com ouro na carabina de ar de 10m



O tiro esportivo deu a primeira medalha do dia nesta segunda-feira já com um resultado surpreendente para o esporte. Na carabina de ar de 10m masculina, o atual campeão olímpico, Abhinav Bindra, da Índia, acabou eliminado antes da final, e o ouro ficou com o romeno Alin George Moldoveanu. 

No total, Moldoveanu somou 702.1 pontos e garantiu o primeiro lugar no limite - o segundo colocado, o italiano Niccolo Capriani, fez 701.5 no total e ficou com a prata. Em terceiro, e com apenas 0.4 ponto a menos do que o vice-campeão, ficou o indiano Gagan Narang, que assegurou o bronze para o seu país, a primeira medalha da Índia na Olimpíada de Londres.

Moldoveanu foi quarto em Pequim e igualou recorde olímpico da carabina de ar de 10m ao se classificar para a final com a pontuação de 599. O romeno ocupa atualmente apenas a 34ª colocação no ranking mundial.

Fonte: ESPN

Descubra como o Brasil conquistou sua primeira medalha de ouro em uma Olimpíada


Marcel Verrumo, 30 de julho de 2012 

Aconteceu em 1920. Os Jogos Olímpicos, realizados desde 1896, aconteceriam em Antuérpia, na Bélgica. Pela primeira vez, o Brasil competiria em uma Olimpíada, com 29 atletas disputando em cinco modalidades: remo, tiro, polo aquático, salto ornamental e natação. Entre os competidores, nenhuma mulher (a primeira atleta, a nadadora Maria Lenk, só participaria dos jogos em 1932).

O Comitê Olímpico Brasileiro, fundado em 1914, ainda não funcionava de maneira independente e quem tomou a frente na hora de organizar a logística da participação do Brasil nos jogos foi a Confederação Brasileira dos Desportos (CBD).

Para levar os brasileiros até o outro lado do Atlântico, a CBD enfiou os 29 atletas no navio Curvello, do governo federal. Chegando a Lisboa, a equipe do tiro – com medo de que o navio não chegasse a tempo à Bélgica – decidiu dar uma fugidinha e pegar carona em um trem. Mal sabiam eles que teriam até que viajar em um vagão descoberto, embaixo de chuva, entre a França e a Antuérpia. Mas a valeu a pena. Depois de 27 dias desde a saída do Brasil, os caras chegaram a tempo e levaram três medalhas para casa: uma de ouro, uma de prata e uma de bronze.

O autor do feito foi Guilherme Paraense, do tiro. O atleta competia com um revólver Colt 38, tipo cavalinho, emprestado pela delegação americana. Isso por que, durante os treinos, um vendaval encheu de areia as armas brasileiras e as deixou inutilizáveis. Os norte-americanos, então, emprestaram aos nossos atletas suas armas mais antigas. Mal sabiam eles que uma dessas armas daria a vitória a um brasileiro, deixando-os com a medalha de prata.

Nosso primeiro ouro veio em 4 de agosto. Guilherme Paraense e o norte-americano Raymond Bracken estavam empatados. Havia apenas mais um tiro. Ordem dada e os 38 atletas dispararam o gatilho. Guilherme acertou na mosca; Bracken, não. Resultado: dos 300 pontos possíveis, Guilherme Paraense fechou a competição com 274 e Bracken, com 272. Pela primeira vez na História das Olimpíadas, um brasileiro subiu ao posto mais alto do pódio.

Fonte: Super

Americana é ouro com recorde olímpico no tiro esportivo



Kimberly Rhode ganhou neste domingo a medalha de ouro da prova do skeet no tiro esportivo nos Jogos Olímpicos de Londres. De quebra, a norte-americano marcou 99 pontos e estabeleceu o novo recorde olímpico. A prata ficou com a chinesa Ning Wei, com 91 pontos, e o bronze foi para a eslovaca Danka Bartekova, com 90.

Rhode foi medalha de prata na prova do skeet nas Olimpíadas de Pequim-2008, em que foi derrotada pela italiana Chiara Cainero no desempate.

Com o resultado deste domingo, a norte-americana conquistou o terceiro ouro em Olimpíadas. Em Atlanta-1996 e Atenas-2004, ela foi campeã da fossa olímpica double, modalidade que não é disputada em Londres.

Kimberly Rhode se torna também uma das maiores atletas dos Estados Unidos, ao conquistar medalha nas Olimpíadas pela quinta vez consecutiva.

Fonte: Gaz

Brasileira termina eliminatória do tiro em 43º; chinesa é ouro


A brasileira Ana Luiza Ferrão não foi bem em seu primeiro dia nos Jogos Olímpicos de Londres. Na classificação da prova de pistola de ar de 10m no tiro esportivo, ela somou apenas 367 pontos e ficou na 43ª colocação.

A atiradora ainda competirá no evento esportivo. Ela disputará a eliminatória da pistola de 25m. A atleta não escondeu o nervosismo pela estreia. "Senti bastante a prova e vi como é difícil disputar os Jogos. É muito excitante saber que você conseguiu alcançar seu sonho, mas ao mesmo tempo existe uma expectativa, uma pressão muito grande. Tenho muito a aprender ainda sobre controle e técnica. Tive alguns momentos difíceis na prova e, em outros, consegui manter a cabeça limpa", disse.

Na final, o ouro ficou com a chinesa Wenjun Guo, que somou 436.7 pontos. A prata foi para a francesa Celine Goberville, enquanto a ucraniana Olena Kostevych terminou com o bronze.

Fonte: Terra

24 de julho de 2012

5.000


Caros amigos, é com alegria que registro aqui que hoje, 110 dias depois da sua inauguração, este blog completou mais de 5.000 visualizações de página (5.073 para ser mais preciso).

Não é um número assim espetacular, mas se tratando de um página na internet que fala de armas, tiros e atiradores - dado o preconceito politicamente correto vigente - a nossa média diária de 46 vizualizações é, pelos menos pra mim, surpreendente. Já tivemos dias de pico com 102 vizualizações.

Agradeço a todos que vêm aqui regularmente em busca de novidades, àqueles que divulgam e aos que colaboram.

22 de julho de 2012

Ana Luiza Ferrão explica técnicas do tiro esportivo [vídeo]


Major do exército brasileiro e professora de biologia, Ana Luiza Ferrão começou a praticar tiro esportivo tardiamente, aos 25 anos de idade, e hoje é representante brasileira na Olimpíada de Londres. Campeã pan-americana, Ana Luiza conta que o ideal em seu esporte é ter a mente sempre tranquila, seja em treinos ou em competições. Conheça mais da atiradora e do esporte!


Fonte: ESPN.com.br

I Campeonato Mundial de Shotgun - IPSC



Entre 19 de setembro e primeiro de outubro deste ano será realizado o I Campeonato Mundial de Shotgun, na cidade de Debrecen na Hungria.

Contaremos com a participação de duas equipes brasileiras, sendo uma na categoria Open e outra na Standard Manual, além da participação de mais outros atletas que farão parte da delegação.

Maiores informações no site da CBTP ou no site do evento, aqui neste link.

20 de julho de 2012

O Tiro Esportivo brasileiro nos Jogos Olímpicos de Londres 2012




Faltam sete dias para a cerimônia oficial de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres e nosso blog não poderia deixar de registrar tão importante evento. Mesmo que a maioria dos brasileiros não saibam, foi o Tiro Esportivo quem deu ao país, em 1920, sua primeira medalha de ouro olímpica, em Antuérpia, na Bélgica. Nós já contamos esta história aqui.

Desafortunadamente, esta foi a única participação do Tiro Esportivo brasileiro que rendeu medalhas em Jogos Olímpicos. No caso, três: O ouro de Guilherme Paraense na Pistola Rápida 25 metros, a prata de Afrânio da Costa na Pistola 50 metros e o bronze por equipes na mesma prova.

Nos Jogos passados, em Pequim 2008, Júlio Almeida e Stênio Yamamoto nos representaram. Com 580 e 568 pontos respectivamente, obtiveram o 13º e o 43º lugar na pistola de ar 10 metros. Já na pistola 50 metros Almeida ficou em 18º com 544 pontos e Yamamoto em 44º com 538 pontos. Em ambas as provas os chineses dominaram e levaram o ouro, ficando à frente no quadro de medalhas final do Tiro Esportivo com cinco medalhas de ouro, duas de prata e uma de bronze, com a República Tcheca em segundo e os Estados Unidos com a terceira colocação. Aliás, em Atenas 2004 os chineses também dominaram, com quatro medalhas de ouro, uma de prata e duas de bronze.

Este ano temos também somente dois atletas representando o Brasil: Ana Luiza Ferrão, na pistola 25 metros e na pistola de ar, e Filipe Fuzaro, na fossa double. Chances de medalhas? Difícil prever, apesar da torcida ser grande.

O melhor resultado de Fuzaro este ano foi de 185 pontos, na 3ª Etapa da Copa Brasil de FO/FD/SK 2012, resultado que superaria os 184 pontos do chinês Binyuan Hu, medalhista de bronze em Pequim. Em 2011, durante a 2ª Seletiva Guadalajara 2011, Fuzaro cravou 189 pontos, dois pontos a mais que o italiano Francesco D'Aniello, medalha de prata no mesmo ano. Entretanto, no Copa do Mundo de Tiro Esportivo 2011 em Belgrado, todos os cinco primeiros colocados superaram ou igualaram a marca dos 193 pontos. Neste mesmo torneio Fuzaro acertou 135 pratos na etapa classificatória e não foi para a final, ficando em 47º lugar.

Ana Luiza Ferrão foi o primeiro atleta brasileiro de todas as modalidades a se classificar para os Jogos Olímpicos de Londres 2012. Em novembro de 2010 ela conquistou o primeiro lugar no X Campeonato das Américas realizado no Rio de Janeiro nas suas duas provas e pôde comemorar bem antecipadamente. A tarefa olímpica de Ferrão será árdua. Na pistola 25 metros, seu melhor resultado classificatório este ano, 581 pontos na seletiva para a etapa de Londres da Copa do Mundo 2012, não seria suficiente para colocá-la nas finais de Pequim. Na pistola de ar não é muito diferente. Os 376 pontos conquistados na etapa classificatória da seletiva para a etapa italiana da Copa do Mundo também não seriam suficientes para conquistar uma vaga na final olímpica.

Não, o cenário não é ruim. Tendo em vista a carga de preconceito que o esporte do tiro sofre no Brasil, que faz até jornalistas de renome nacional declararem em rede aberta que o Tiro Esportivo seria uma modalidade esportiva "não necessária". Tendo em vista que o preconceito traz como consequência a falta de apoio e esta reflete na base, nas federações e nos clubes, a formação de atletas de ponta fica prejudicada, e as chances de medalhas em competições duras e importantes também.

As competições do Tiro Esportivo iniciam já no dia 28/07 com as provas de pistola de ar masculino e carabina de ar feminino. Podemos torcer por Ferrão no dia 29/07 e no dia 01/08, e por Fuzaro no dia 02/08. Para acompanhar em tempo real os resultados basta acessar a página oficial dos Jogos aqui neste link. E no hotsite olímpico da Folha.com você pode conferir as fichas com o perfil dos atletas Ana Luiza Ferrão e Filipe Fuzaro.

Sorte e sucesso são os nossos votos aos dois atletas. Torceremos muito.

19 de julho de 2012

Cresce a presença de mulheres nos clubes de tiro do Estado de SP


JULIANA COISSI
DE RIBEIRÃO PRETO

"Tem gente que esquia, tem gente que dança e tem mulheres que cantam em coral. Eu gosto de atirar." Assim a joalheira Lydia Leão Sayeg, 45, resumiu à Folha seu hobby pela prática do esporte, comumente associado ao universo masculino.

Estrela do programa "Mulheres Ricas", da TV Bandeirantes, Lydia fez essa revelação ao país durante o reality show. Ainda que de forma tímida, a socialite não é um caso isolado. Outras mulheres também passaram a ser vistas nos clubes de tiro do Brasil.

Não há uma estatística que reúna todos os praticantes de tiro do país --a atividade engloba quatro confederações.

Somente a de tiro esportivo calcula que, dos cerca de 2.000 associados, 200 são mulheres. Sete anos atrás, elas eram apenas 50.

Segundo outra confederação, a de tiro prático, hoje são até 150 adeptas entre os 2.100 associados - sete anos atrás, havia no máximo 20.
Maria Clara Saboya de Toledo, 53, na Associação Desportiva Durval Guimarães, na capital paulista
A arquiteta Maria Clara Saboya de Toledo, 53, lembra-se de uma época em que o tiro era ainda mais um típico clube do Bolinha.

"Antes contávamos nos dedos quantas atiradoras havia no Brasil. Não enchiam as duas mãos", diz ela.

A época citada por Maria Clara é o início dos anos 1980.

O pai de uma amiga próxima sofria com úlcera. O médico, na época, indicou a ele três esportes para aliviar a tensão - um deles era o tiro.

A amiga logo passou a atirar também. "Ela ganhou uma pistola e eu fiquei vidrada na arma dela."

Entre 1979 e 1983, pelo Fluminense, Maria Clara conquistou títulos brasileiros - no clube hoje são 90 mulheres.

Após uma pausa, voltou ao esporte em 2004, um ano antes de o tiro poder lhe ajudar a superar a notícia de que estava com câncer de mama.

"Eu ia careca, de lencinho, aos campeonatos. Tive minha melhor pontuação naquela época. Com o tiro, eu esquecia do câncer", afirmou.

ROSA-CHOQUE

Ao contrário de Maria Clara, normalmente a maioria das mulheres é levada ao tiro por uma questão familiar: são esposas ou filhas de praticantes. Há jovens entre as atiradoras, mas a maioria tem mais de 30 anos, é de classe média ou alta e trabalha fora.

São também, claro, vaidosas. Sempre com as joias que lhe associam à empresa da família, a socialite Lydia Sayeg pratica tiro há quatro anos, duas vezes por mês --não mais por falta de tempo, diz.

No estande de tiro, não dispensa a feminilidade: o rosa-choque está não só nas botas, mas no protetor de ouvido e na luva de sua arma --ela prefere usar pistolas Glock.

Ao menos seis amigas praticam tiro hoje por influência dela --e ajudam a quebrar o visual masculino no clube.

"Fica um 'auê' quando chega a mulherada, mas eles respeitam, ficam quietinhos."

O tiro também faz a cabeça das mulheres no interior. No clube de tiro de Monte Alto (356 km de São Paulo), rifles de calibre 22 são os escolhidos pela dona de casa Elenice Tombi Bortolotti, 57, e pelas filhas Fabiana, 30, e Fernanda, 21. "Quando atirei pela primeira vez, falei para o meu marido: 'Aos 55 anos, já descobri meu hobby'."
Fernanda Bortolotti, 21, usando rifle de calibre 22 no Clube de Tiro de Monte Alto (SP)
Apesar de divertido e relaxante, o tiro exige um investimento financeiro considerável. Os custos iniciais para comprar a arma, além de taxas anuais de clube, chegam a R$ 40 mil.

É preciso ter a própria arma. "Isso é pessoal, igual escova de dente", brinca Ricardo Brenck, da Confederação Brasileira do Tiro Esportivo.

O preço varia desde a mais simples, uma pistola de ar comprimido (as de chumbinho) de R$ 3.000, até espingardas importadas que chegam a R$ 30 mil.

Na conta, ainda entram custos com munição, a cargo do aluno. Uma caixa com 500 unidades de chumbinho sai por R$ 20. Já a caixa de 50 unidades de calibre 22 chega a valer R$ 60.

Obter licença para atirar, segundo as confederações brasileiras, é um processo tão burocrático que quase leva os praticantes à desistência.

Até obter o sonhado CR (certificado de registro), emitido pelo Exército, e a guia de tráfego para transportar a arma, é preciso, por exemplo, passar por teste psicológico e exame prático.

Após o esforço em obter os papéis, dizem as federações, o Exército demora até quatro meses para emitir o CR.

Para o diretor de tiro do Fluminense, Sergio Meinicke, as leis brasileiras dificultam o esporte - há dificuldade para renovar o CR, comprar armas e conseguir transporte da arma para outros Estados.

OBSTÁCULOS

Os entraves, diz, diminuem as chances de formar atletas. Entre os que representarão o Brasil nas Olimpíadas de Londres estará uma mulher, a major Ana Luiza Ferrão.

Outro obstáculo é o preconceito. "O tiro sempre foi perseguido, associado à violência e relegado pelo governo ao quinto plano", disse Sidney Peinado, da federação paulista de tiro esportivo.

Fonte: Folha.com

10 de julho de 2012

Produtor do Mamonas Assassinas indica locais para prática de tiro esportivo



ALEXANDRE ARAGÃO
DE SÃO PAULO

Produtor de bandas como NX Zero e Mamonas Assassinas, Rick Bonadio, 43, gasta muitas das horas vagas com o tiro prático, esporte baseado no treinamento de policiais. "Há muito preconceito contra o tiro, mas não podemos confundir com violência. Os clubes são preparados para que a gente atire com segurança." No país, eles são fiscalizados pelo Exército.

Bonadio indica alguns desses lugares onde treinar tanto o tiro prático quanto o olímpico, modalidade em que o Brasil será representado em Londres pela carioca Ana Luiza Ferrão Mello e pelo paulista Felipe Fuzaro.

"O estilo olímpico é lento. O atirador fica parado e mira no meio do alvo", explica o produtor. "Já no prático, o importante é atingir qualquer parte do objeto, seja deitado, pulando ou correndo."

Clube de Tiro de Atibaia:

"É espaçoso e ao ar livre. Tem uns 10 mil metros quadrados e muitos estandes, dá para montar 18 circuitos diferentes. Os campeonatos são sempre lá: o competidor tem de fazer mais circuitos em menos tempo. Tenho ido uma vez por mês."

Rod. D. Pedro 1º, km 67, Atibaia, tel. 4411-9559.

RAM Clube:

"É um clube de tiro de fuzil. Dá para treinar a precisão, com distâncias de 100 m ou 200 m. Os alvos são silhuetas metálicas que, dependendo do tamanho, dificultam a prática. Acertar uma no formato de uma galinha a 200 m não é fácil."

Rod. Castello Branco, km 34,5 (sentido São Paulo), s/tel.

Associação Desportiva Durval Guimarães:

"Não é indicado para o tiro prático, mas para o olímpico. Foi onde atirei pela primeira vez. O professor Durval Guimarães, que competiu em cinco Jogos Olímpicos, me ensinou os primeiros passos há muitos anos."

R. da Gávea, 1.348, Vila Maria, região norte, tel. 2954-3411.

Tiro Esportivo Calibre:

"Hoje não vou mais lá, mas já frequentei o lugar. Eles ensinam tudo o que é preciso para a prática: atirar com precisão, muito rapidamente, em movimento e trocando de alvo. Tudo isso com muita segurança."

R. Tonelero, 470, Lapa, região oeste, tel. 3873-1650.

Águia de Haia:

"É o meu clube preferido e tem o melhor professor de tiro prático do Brasil, Roberto Saldanha. Ele foi meu treinador durante muitos anos, e o filho dele é o quarto melhor atirador do mundo."

R. Honório Santos, 83, Ipiranga, região sul, tel. 5062-4236.

9 de julho de 2012

Atiradores e armas de fogo na TV

Na TV aberta? Não, infelizmente ainda teremos de esperar para ver o esporte do tiro aparecendo na programação da TV aberta brasileira. Entretanto, temos ótimas opções na TV paga.

No History estão em exibição atualmente duas séries que têm o tiro e as armas como personagens principais: Top Shot e Top Guns. O Top Shot não é novidade, já está na terceira temporada. Nada mais é que um reality show competitivo, onde 16 atiradores com diversas habilidades competem em equipes com armas dos mais variados tipos, calibres e épocas, passando por armas tão primitivas como uma simples pedra quanto de altíssima precisão como um rifle McMillan TAC-50.
A série Top Guns, ao contrário do Top Shot, está estreando este mês no canal. Promete ser uma série de ação, onde as melhores armas de todos os tempos serão testadas ao máximo. Em cada episódio dois atiradores especializados e o apresentador Colby Donaldson (também apresentador do Top Shot) vão se encarregar de testar três armas famosas.

Outra série bastante interessante, e que já está na segunda temporada aqui no Brasil, é a Fanáticos por Armas (Sons of Guns no original), do Discovery. Nesta, o foco não são os tiros, mas as armas. Melhor dizendo, a customização de armas. A série nos mostra o dia a dia da Red Jacket Firearms, empresa especializada na fabricação sob encomenda em Baton Rouge, Louisiana, comandada por Will Hayde e sua equipe. De uma idéia banal à realização de um sonho, é muito interessante ver como nasce o projeto de uma nova arma. Além da shotgun com silenciador - carro chefe da casa - podemos assistir o nascimento de um canhão lança-chamas ou mesmo o renascimento de uma metralhadora Maxim desenterrada diretamente da Segunda Guerra.

Pronto. Não podemos mais dizer que não temos boas opções de entretenimento na TV. Existe vida além das novelas e dos noticiários.

7 de julho de 2012

Tiro Esportivo é destaque na Folha


Na edição de terça-feira, três de julho, a Folha de São Paulo publicou no seu especial Por dentro do esporte - Londres 2012 № 36 um raio-x do Tiro Esportivo com foco nos Jogos Olímpicos. Este da imagem acima.

Sempre é uma boa surpresa ver a imprensa falar do nosso esporte de maneira séria e sem preconceitos. Para acessar e guardar clique aqui (arquivo em pdf).

3 de julho de 2012

Deputado defende porte de arma para atiradores e colecionadores


O deputado Milton Monti (PR-SP), um dos autores do requerimento da audiência da Comissão de Segurança Pública e autor do Projeto de Lei 6971/10, que estende o direito de porte de arma para colecionadores e atiradores desportistas, afirmou que a proposta não acrescenta nenhuma arma ao País.

"Queremos apenas preencher uma lacuna na legislação. As armas já estão na casa dessas pessoas. Elas têm a posse legal do armamento. A única coisa que vamos fazer é permitir o porte, para que os atiradores possam, por exemplo, transportar suas armas para as competições", declarou.

A proposta recebeu parecer contrário do relator, deputado Edio Lopes (PMDB-RR). Milton Monti disse que não considera o projeto polêmico e que vai conversar com o relator para explicar melhor a proposta.

Colecionador
O advogado, colecionador e atirador desportista Fabrício Cardoso Rebelo destacou que as armas dos colecionadores e atiradores desportistas não oferecem perigo à sociedade.

Segundo ele, essas categorias são submetidas a um controle rígido. "Os atiradores desportistas e colecionadores têm que ter certidões negativas e comprovar que possuem capacidade técnica e psicológica para portar armas. Eles têm que ter residência e ocupação fixas e, eventualmente, receber prepostos do Exército, que verificam as condições de guarda e armazenagem das armas", disse.

Fabrício Rebelo explicou que, nas vistorias realizadas pelo Exército, além das condições de guarda do armamento, o colecionador ainda tem que apresentar todas as armas registradas em seu nome. "O resultado verdadeiro é que não há registros efetivos sobre o desvio de armas de colecionadores para criminosos", ressaltou.

Segundo ele, a discussão sobre a regulamentação da posse e do porte de armas de fogo deve ser técnica, e não baseada em ideologia ou filosofia. "Não se pode fazer experiências ideológicas no campo da segurança pública, porque isso faz do cidadão uma cobaia", declarou.

Rebelo afirmou que os responsáveis pelos 50 mil homicídios ao ano no Brasil não são o cidadãos comuns, e sim bandidos. "A esmagadora maioria das armas que está nas mãos do cidadão comum jamais é desviada, jamais cai nas mãos dos criminosos. Quem puxa o gatilho é um criminoso habitual", disse.

O colecionador afirmou que o Estudo Global de Homicídios da ONU reconhece que não há comprovação de que sociedades desarmadas sejam mais pacíficas, ou vice-versa.

Polícia legislativa
O deputado João Campos (PSDB-GO), que também solicitou a audiência pública, defendeu o direito de porte de arma para colecionadores e atiradores. Ele é favorável ainda à aprovação do PL 1966/11, que autoriza o porte para policiais das Assembleias Legislativas e da Câmara Legislativa do Distrito Federal. "Foi uma falha não inserir os policiais legislativos estaduais no Estatuto do Desarmamento", avaliou.

João Campos defendeu também a necessidade de haver um debate mais aprofundado sobre o PL 2561/11, que torna obrigatória a apreensão e a destruição de brinquedos, réplicas e simulacros de armas de fogo. "A destruição de brinquedos e réplicas tem razão de ser, mas o projeto não proíbe a fabricação e o comércio desses produtos, parte direto para a destruição. Isso precisa ser melhor discutido", disse.

Ana Luiza Ferrão no Sem Censura


A atleta Ana Luiza Ferrão, que disputará os Jogos Olímpicos Londres 2012 de 28/07 a 06/08, concedeu entrevista para a jornalista Leda Nagle no programa Sem Censura no dia 27/06.

Quem quiser conferir o vídeo com a íntegra da entrevista é só clicar aqui.

CBTE ministrará curso de Árbitro Internacional



Devidamente autorizada pela ISSF, a CBTE realizará um Curso Internacional para Árbitros de Tiro Esportivo, nas modalidades de Carabina e Pistola, observando-se o seguinte calendário:

30 de julho a 3 de agosto de 2012
Árbitro Internacional de Tiro Esportivo

REALIZAÇÃO
Auditório da sede da CBTE - RJ
Idioma - Inglês e Português
máximo de 20 alunos

INSTRUTORES
Thom Erik Syrdahl - Licença ISSF A 423

Arnaldo Mendonça - Licença ISSF A 3870

PRÉ-REQUISITOS
a) Ser Árbitro Internacional com licença vencida e necessitando de revalidação;
b) Ser Árbitro Nacional, com ou sem estágio prático.

DESENVOLVIMENTO
. As despesas de passagem e hospedagem correrão por conta dos interessados;
. A CBTE se coloca a disposição para efetuar as reservas de hotel (todas no mesmo hotel) para que se possa providenciar transporte do hotel para a sede da CBTE;
. As inscrições poderão ser efetuadas desde já via e-mail: carlosalberto@cbte.org.br.

Fonte: CBTE
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