11 de maio de 2012

Armas de brinquedo - Por que proibir não é a melhor solução

Vivemos tempos tão estranhos que, além da intenção de desarmar os cidadãos honestos, querem também arrancar da infância das nossa crianças qualquer referência às armas de fogo. Não faltam especialistas sugerindo que o contato com tais brinquedos tornaria os pequenos mais predispostos à violência. Pergunto: Quantos de nós cresceram fabricando pistolas e rifles com pedaços de cabos de vassoura e se tornaram malucos violentos? Quantos de nós cresceram atirando dardos com ventosas nas pontas e já realizaram algum massacre a tiros por aí? Temos que ter cuidado com certas teorias educacionais que servem mais à ideologização que à educação

Pois bem. Abaixo, posto um link de um artigo da jornalista Gisela Sekeff publicado na Revista Vogue Kids Brasil. Não esgota o assunto, nem é essa a intenção, mas leva clareza a uma discussão cheia de achismos e termina com uma conclusão certeira.

Mais abaixo ainda posto uma foto que encontrei hoje na web. Nos países onde o estado de direito é garantido ao cidadãos e a educação não é baseada em teorias furadas, duas crianças aprendendo a atirar não tem nada de extraordinário. Aqui no Brasil seria motivo de reação por parte dos monopolistas da paz. Em qualquer modalidade esportiva os melhores se formam a partir da infância. No Brasil, um garoto brincando com um Nerf é uma ameaça ao futuro da nação.



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